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Procon-SP pretende usar reajuste negativo em ação contra operadoras de planos de saúde

Procon-SP pretende usar reajuste negativo em ação contra operadoras de planos de saúde

Diretor do órgão, Fernando Capez, propõe que planos coletivos também sigam desconto de 8,19% dado a planos individuais e familiares pela ANS

 

O Procon-SP, por meio de seu diretor executivo Fernando Capez, afirma que vai juntar em sua ação contra as operadoras de planos de saúde o reajuste negativo determinado na última semana pela agência reguladora ANS (Agência Nacional de Saúde) aos planos individuais e familiares.

Segundo Capez, se os cálculos da ANS, com base no cenário de 2020, a levaram a determinar que os planos individuais e familiares concedam desconto de 8,19%, então, os coletivos também seguir o mesmo caminho.

“Esta é a demonstração inequívoca de que os planos coletivos tiveram reajustes absurdamente injustificáveis e explica por que as operadoras não querem mostrar ao Procon o aumento de suas despesas. Se vierem à luz, todos terão certeza daquilo que já sabem, que os aumentos foram abusivos”, afirma.

Pressão do Procon-SP cresce sobre operadoras de saúde

O Procon-SP vem pressionando, há meses, para que os planos coletivos (que, diferentemente dos individuais, não se enquadram no limite de reajustes da ANS) modifiquem suas estruturas de modo a reduzir os aumentos.

“Há empresas com plano coletivo que são uma ficção, uma pessoa física que foi induzida a criar um CNPJ para não fazer plano individual e, assim, ficar fora do alcance da ANS. Mas existe algo ainda mais grave. São CNPJs inativos na Receita, que só servem para fazer o plano individual dissimulado como falso coletivo”, explica Fernando Capez.